#DiariodeHabilitação parte 2: chegou a hora do exame psicotécnico

Por Ana Lara


A saga da primeira habilitação continua e tenho algumas novidades para contar! Já peço desculpas pelo tamanho do texto porque ele está propositalmente detalhado.


Como a ideia é ajudar quem está nesse momento da vida, peguei todo o passo a passo para vocês se preparem e evitarem surpresas que possam atrapalhar seu exame.


Bora lá:


Tive meu teste de saúde e psicológico agendados, mas como nada está sendo de primeira nesse momento por causa da pandemia, fui até a clínica no dia agendado e a mesma estava fechada, apenas com um sulfite na frente avisando o motivo.


Por incrível que pareça, mesmo essa clínica estando bem longe da minha casa, foi bom. Vou explicar porquê.


Depois de alguns dias a secretária deles entrou em contato para remarcar e ela foi tão solícita e tão educada que me deu muita segurança logo de cara. Antes não sabia o que esperar e estava com muito medo do teste psicotécnico, mas depois de ter a conversa com a secretária tive a sensação de ser um ambiente com profissionais legais. E eram mesmo.


Fui para o exame de saúde. Confesso que não estava nervosa até porque esse teste costuma ser bem tranquilo. Fui muito bem tratada e ainda sai com um elogio de que poderia dirigir um caminhão por causa da minha força rsrs.



Exame de Saúde | Como foi:


Fui atendida por uma mulher. Primeiro ela fez algumas perguntas pessoais: como minha idade, histórico de doenças, se fumo ou bebo, sobre drogas, se já fiz alguma cirurgia ou se uso remédio controlado.


Depois ela aferiu meu peso e altura em uma máquina. Foi bem rapidinho.


Então chegou a vez do exame de vista, e bem, eu nunca usei óculos e sempre tive a visão muito boa, mas nessa hora fiquei pensando “e se?”

É um nervosismo sem motivo, né?! Mas faz parte!

Com o rosto em um equipamento, havia uma fileira de letras que eu deveria citar. Isso com um olho de cada vez. Depois era uma fileira de letras para os dois olhos. Depois disso o equipamento soltou um flash de luz bem forte e mais algumas letras para citar. Por último, uma sequência de cores para teste de daltonismo. Deu certo, nenhum óculos foi necessário por enquanto.


Na última parte do teste ela aferiu minha pressão, pediu para fazer um “quatro” com a perna, mexer os pés e apertar bem forte e rápido um equipamento que lembrou uma alavanca e foi daí que veio o elogio da força rs.